(...) “Se eu morrer muito novo, oiçam isto:

Nunca fui senão uma criança que brincava.

Fui gentil como o Sol e a Água,

De uma religião Universal que só os homens não têm.

Fui feliz porque não perdi coisa nenhuma,

Nem procurei achar nada,

Nem achei que houvesse mais explicação

Que a palavra explicação não ter sentido nenhum”. (...)

F.P. Alberto Caeiro




BlogZine..... Poemas, Devaneios e Contos...


"Há uma coisa tão inevitável quanto a morte: a vida."



...E na osmose que ocorre entre a Divindade e o seguidor, nasce a mosca Varejeira que possou em todo Amor!



“Ou eu encanto a vida
Ou desencanto a morte...


"Todos somos fanáticos para tanto basta que alguém arranhe uma de nossas crenças. "

AMORAL ARNARKIKO PUNK DRUNK ANT TUDO

A felicidade é minha fantasia favorita!




...Fodam-se! Enquanto podem





NO PROFIT!

"O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião"



Caso encontre algum erro, aprenda com ele!





"Viver para o nada! ...e negar! a vida

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DADA

Quando essa noia passar vou te amar com a sede de um Cabolco de Taperoá

Jota é um caba firmeza me vende fiado se não pago morro na sexta

A imensidão do céu cabe em uma folha de papel

No buraco du imbugo é o lugar que se guardam os amigos

E Aníbal conta uma anedota rola mais uma cerva o Capitão Cardenal homem letrado em Aramaico veio do Rio de Janeiro para os Puteiros da Maciel Pinheiro

“Oh da poltrona” diz meu compadre fica frio Bestinha desce uma grade!

Tenho que parar de fumar pagar o dizmo me confessar e segundo o novo testamento não misture o branco com o preto pois o bicho pode pegar

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Terça, 05h32minmin 26/05/09

A solidão esculpiu minha face / Essa carranca ratifica minha realidade / Três décadas me condenam a essa verdade!

Esse ser tempestade que sente todo ódio da humanidade tem na saudade o reflexo da sua nulidade!

Perante o Febo diante o altar dos mais sagrados segredos / Eu! Criador da criatura que sou foi o anjo caído que observou: A dor paisagem comum a teus pares traços elementar de nossa vulgaridade!

O que sou?


Dócil animal sorridente

O frustrado indolente

O seguidor do Abismo...

Só no nada reflito!

Oh amargura es a fêmea

Que mais sabe d´minhas

Desventuras...

A comunhão dos males

Saceiam-se na mesa do Jantar

O crédulo da descrença

Com sua presença as flores vão

Ao chão!

E no definho da arvore

Algo em min festeja como se eu

fosse um Peleja

Ou um Ode

Para toda Podridão!

FUTURO DO PRETERITO

A terra e o fogo fazendo travessuras...

Gerando a luz da Lua novas criaturas!

Um ciclo desastroso assim se encerra

É o fim da era das Bestas Humanas que

Pestearão a terra.

Um Deus chamado Acaso

O Acaso é o Deus que dita que neste dia uma bala perdida acabe com sua vida!
A Coincidência: Rainha absoluta, Diva! menina... Por traz desta figura singela
Com ares de donzela esta a principal causa das Mazelas!
A sua idade vem antes das células da domestificação aquelas que domaram o
Oxigênio por obra de sua ação!

LARICA

O despertar das pupilas gustativas traz consigo uma realidade sombria... A ingestão de Cadáveres como iguarias

BLACK HEART II (Blues Sound)

É depois do crepúsculo que vivo!
Nas Sombras sou Infinito!
Por traz de um Lirismo Transcendental
Sou o próprio mal!
Não se engane!
Esperança é uma Prostituta sagaz!
Vives por toda a vida a mantê-la
E nunca a tocaras!
Escondo-me na dor!
Pairo sobre os lares e através das
Paredes vejo a barbárie
E tudo me fascina todo esse Ódio que contamina...
E dia-a-dia cresce como a única religião que a
Todos nós rege.