(...) “Se eu morrer muito novo, oiçam isto:

Nunca fui senão uma criança que brincava.

Fui gentil como o Sol e a Água,

De uma religião Universal que só os homens não têm.

Fui feliz porque não perdi coisa nenhuma,

Nem procurei achar nada,

Nem achei que houvesse mais explicação

Que a palavra explicação não ter sentido nenhum”. (...)

F.P. Alberto Caeiro




BlogZine..... Poemas, Devaneios e Contos...


"Há uma coisa tão inevitável quanto a morte: a vida."



...E na osmose que ocorre entre a Divindade e o seguidor, nasce a mosca Varejeira que possou em todo Amor!



“Ou eu encanto a vida
Ou desencanto a morte...

"Todos somos fanáticos para tanto basta que alguém arranhe uma de nossas crenças. "

AMORAL ARNARKIKO PUNK DRUNK ANT TUDO

A felicidade é minha fantasia favorita!




...Fodam-se! Enquanto podem





NO PROFIT!

"O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião"



Caso encontre algum erro, aprenda com ele!





"Viver para o nada! ...e negar! a vida

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Um Odè a Zé Limeira


J.B. Repentista afamado

Por S. Jorge foi convidado

Para torar um Jumento

Justo no dia do casamento

S. Benedito veio com a peleja

Ave maria caba safado

Foi pênalti em Romário!?


Zé Limeira caba da bagaceira

Foi ordenado Padre na Quarta – Feira

Morrendo de frio

Teve uma insolação

Quando foi a pé

Do Alaska ao Sertão

A policia estourou o jogo

D. Pedro diz

Esta tudo bem

Padre Cícero no queijo diz amem!


Lampião caba afamado

Na Suíça foi condecorado

Oito noves fora quatro

Pudim de Jenipapo

Suco de Macaxeira

Acuda roleta na Gafieira

Elias me deu um tiro de baladera

Bakunin pediu a saidera

É cocada boa diz o padre Jose de Anchieta


O por do Sol no nascente

É o apocalipse diz o vidente

No mei da fera o macaco levou peia

Indignado soltou um brado:

Se foi gol me mato!

Foi em Taperoá

Que vi Atena

Se descabelar

Pó um taco de Caju

Deu uma tapa no Dr. Robsú


Davi era um cabinha desaforado

De Êutico era intrigado

Todo Tatuado Heliodoro lhe diz baixinho

Esperança e desespero paridos

Em uma cabaça no Juazeiro

E por fala em Juá

Aquele caba lá

Não consegue mijar

E foi no alto Sertão

Sentindo a brisa costeira

Conheci uma Morena facera

Deus me livre de Cobra

O que não mata engorda

Diz os hindus

Viva eu viva tu viva o rabo do tatu


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