(...) “Se eu morrer muito novo, oiçam isto:

Nunca fui senão uma criança que brincava.

Fui gentil como o Sol e a Água,

De uma religião Universal que só os homens não têm.

Fui feliz porque não perdi coisa nenhuma,

Nem procurei achar nada,

Nem achei que houvesse mais explicação

Que a palavra explicação não ter sentido nenhum”. (...)

F.P. Alberto Caeiro




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"Há uma coisa tão inevitável quanto a morte: a vida."



...E na osmose que ocorre entre a Divindade e o seguidor, nasce a mosca Varejeira que possou em todo Amor!



“Ou eu encanto a vida
Ou desencanto a morte...

"Todos somos fanáticos para tanto basta que alguém arranhe uma de nossas crenças. "

AMORAL ARNARKIKO PUNK DRUNK ANT TUDO

A felicidade é minha fantasia favorita!




...Fodam-se! Enquanto podem





NO PROFIT!

"O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião"



Caso encontre algum erro, aprenda com ele!





"Viver para o nada! ...e negar! a vida

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A serpe e o poeta



Ela é o fogo da sedução
desliza sobre o sal
sobre o suor que,
escorre do poeta.

Seu olhar é hipnótico
é feitiço é mistério
serpenteia ao alvorecer
envenena-o pela madrugada.

O poeta, entorpecido fica em delírios e,
perde-se em sentidos
sonhos e utopia.
A serpe é, sua dor seu alívio.

Ele, deseja o antídoto à cura.
Porque, em sua pele ela é o profano
em sua carne, ela é a volúpia.
Pois a serpe esta, entre o mal e o bem.

Para o poeta ela é,
sua musa Íris Afrodite
sua metrica cadência seu ode
sua inspiração e seu poema.

Geane Masago

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