(...) “Se eu morrer muito novo, oiçam isto:

Nunca fui senão uma criança que brincava.

Fui gentil como o Sol e a Água,

De uma religião Universal que só os homens não têm.

Fui feliz porque não perdi coisa nenhuma,

Nem procurei achar nada,

Nem achei que houvesse mais explicação

Que a palavra explicação não ter sentido nenhum”. (...)

F.P. Alberto Caeiro




BlogZine..... Poemas, Devaneios e Contos...


"Há uma coisa tão inevitável quanto a morte: a vida."



...E na osmose que ocorre entre a Divindade e o seguidor, nasce a mosca Varejeira que possou em todo Amor!



“Ou eu encanto a vida
Ou desencanto a morte...

"Todos somos fanáticos para tanto basta que alguém arranhe uma de nossas crenças. "

AMORAL ARNARKIKO PUNK DRUNK ANT TUDO

A felicidade é minha fantasia favorita!




...Fodam-se! Enquanto podem





NO PROFIT!

"O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião"



Caso encontre algum erro, aprenda com ele!





"Viver para o nada! ...e negar! a vida

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Tungão de Seu João









Pode crer esse

Maluco tem proceder

Sempre na sua

Cadeado nada sabe

Nada ver!

Firmeza! d´ role

De 380 e 2 beretas...

...fechou o Porco

O Geraldo e o Aleijado

Diz ele: Otários

Que roubam trocados (operários)

Caboco nervoso

Só fala pelo 38...

Ta ligado no código Marginal

Pilantra das antigas

Coisa e tals...

Vixi... boi de

Fogo do carai!

Na Sinuca d ´frente

Para bruxa não

Tem ai ai ai...

O dedo nervoso

Atacou

15 almas Sebosas

O boi Tungão levou...

Playboy subiu na

Crença que ia curtir...

Dólar no bolso

Cheio dos ouros...

Ôchi!?? Pensa que

Sou Puta!? Perai...!?

Cacete nesse esnobe

Criado em condomínio

Fechado escroto tem

A certeza que deus

É seu moleque

De recados

Ta lidago!? Chegado...

Hoje tem carteado

Só bicho vá armado!

O Toquinho voltou

Filha da puta

Que mata trabalhador!

Bate a real com o

Chegado feche esse

Otário que fica tudo

Quites aquela finta

Do passado!

O Bicho noiô...

Se ligou...

Pinotou...

No Rangel se

Entucou

No Vajão

Se levantou

Para o Bairro (São José)

Voltou e a boca

Recuperou!

Foi no domingo

Um moleque

Em casa entrou

Uma 380 no meu

Pai descarregou

Velho rochedo

Me olhou e disse:

Para que o desespero?

Da morte não

Tenho medo

Agora veja a

minha sorte

Se quer me seguir

Só você resolve...

Rasque o cochão

Tem dólar a rodo

Pague sua universidade

Sua mãe é minha

Mulher

A Morte

Minha Amante

Diz a tua

Mãe que viva

Intensamente

Cada instante!

Um comentário: