(...) “Se eu morrer muito novo, oiçam isto:

Nunca fui senão uma criança que brincava.

Fui gentil como o Sol e a Água,

De uma religião Universal que só os homens não têm.

Fui feliz porque não perdi coisa nenhuma,

Nem procurei achar nada,

Nem achei que houvesse mais explicação

Que a palavra explicação não ter sentido nenhum”. (...)

F.P. Alberto Caeiro




BlogZine..... Poemas, Devaneios e Contos...


"Há uma coisa tão inevitável quanto a morte: a vida."



...E na osmose que ocorre entre a Divindade e o seguidor, nasce a mosca Varejeira que possou em todo Amor!



“Ou eu encanto a vida
Ou desencanto a morte...

"Todos somos fanáticos para tanto basta que alguém arranhe uma de nossas crenças. "

AMORAL ARNARKIKO PUNK DRUNK ANT TUDO

A felicidade é minha fantasia favorita!




...Fodam-se! Enquanto podem





NO PROFIT!

"O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião"



Caso encontre algum erro, aprenda com ele!





"Viver para o nada! ...e negar! a vida

quarta-feira, 10 de março de 2010

Plinio salgados


















Plínio Salgados localiza seu Trailer no mercado! Qualquer um: “Onde tiver feira, eu! Paro!”.

Ele vende uns salgados, mas o que lhe sustenta é o Carteado!

Caba safo! Filho de Caminhoneiro sua Mãe o criou em um Puteiro em São Bento do Juazeiro.

Pense em um caba presepero! Desde miudim provoca desespero!

Cabroche foi pego torando um burrego...

Caba Raparigueiro! Maconheiro! Mago! Feio!

Foi ele e o finado Malatesta! Que deram uma pisa no dono da Seresta!

Plínio cheio de cana criou um time de futebol AIB dizia ele que era um a sigla em Espanhol...

Aberrante, InfamanteBorrachos! Grita os Maloqueiros!

Vixe teve uma vez já eram duas da madrugada! Quando sacudiu uma bomba na casa do padre! Que pagava dois pães doces para os moleques lhes pegar as partes! Acuda! Ave Maria! Foi alvoroço! Foi uma bomba cordão feita por Zé Caroço! Ate o quadro com a inscrição: “deus, pátria e família” aos pedaços foi ao chão!

Madrinha Teresa ficou retada de mil novecentos e cacetada a inscrição era datada...

Prende! Prende! Prende!Esse Anarquista Safado! Bradava o soldado!

Vixe! Maria tu sabe como é! rapidim Plínio deu no Pé! Passou duas noites dirigindo e foi parar em Sapé!

“Macaco velho não trepa em galho podre”, dizia o Malandro em Sapé na Noite!

Foi em Alhandra que Plínio se encontrou, com um Pai de Santo ele se juntou...

Rei, eu vi! Ninguém contou, mei mundo de Amor! Eu vi, Plínio vestido de Bahiana e batendo xangô!



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